Resignado, Demian Maia assume culpa por derrota no UFC: “Tentei nocautear e quebrei a mão”
Lutador foi superado pelo americano Chris Weidman na segunda edição do UFC on Fox
Diego Ribas, do R7
UFC/ DivulgaçãoConformado com o resultado de sua última luta, quando foi superado pelo americano Chris Weidman no UFC on Fox 2, o paulista Demian Maia assumiu a responsabilidade pelo resultado negativo no octógono.
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Em franca conversa com o R7, o campeão mundial de jiu-jitsu analisou sua participação e fez questão de eximir sua equipe de qualquer culpa sobre a derrota contra Chris Weidman.
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- Foi um erro totalmente meu. Tinha feito uma estratégia para enfrentar o Bisping, que era me movimentar e derrubar. Mas eu acreditava que poderia nocautear e queria me testar. Não consegui e vi que não é fácil. O nocaute é consequência, e, se você buscar ele, você se arrisca.
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Com o adversário trocado na última semana antes do combate, o peso médio (84 kg) se mostrou mais cansado do que de costume no último round, quando, visivelmente abatido, estava sem a característica explosão de outras apresentações.
De acordo com o atleta, o motivo do intenso desgaste também foi a mudança de tática em cima da hora, que exigiu um esforço para o qual seu corpo não estava preparado.
- Nas lutas e nos treinos eu sempre pontuei e me movi, nunca procuro o nocaute, por o cansaço. Joguei meus socos com mais vontade e me arrisquei mais em pé. Se você prestar atenção, o Cigano sabe lutar e descansar em pé. E eu percebi que não sei ainda.
Questionado sobre o porquê de não retornar à estratégia traçada no segundo round, Demian foi enfático.
- Não sei o que me deu. Não pensei em mudar de jogo, estava focado e acreditando que ia nocautear. Tomei essa decisão sozinho e não comuniquei ninguém da equipe. Achei que minha mão ia derrubar, não entrou e acabei quebrando ela [risos]. Mas já operei e o médico disse que em dez dias devo voltar aos treinos de jiu-jitsu.
Veja as respostas do quiz
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