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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Resignado, Demian Maia assume culpa por derrota no UFC: “Tentei nocautear e quebrei a mão”

Resignado, Demian Maia assume culpa por derrota no UFC: “Tentei nocautear e quebrei a mão”

Lutador foi superado pelo americano Chris Weidman na segunda edição do UFC on Fox
Diego Ribas, do R7
demian-700UFC/ Divulgação
Demian Maia (esq) deixou de lado seu jiu-jitsu e passou três rounds buscando o nocaute contra Weid

Conformado com o resultado de sua última luta, quando foi superado pelo americano Chris Weidman no UFC on Fox 2, o paulista Demian Maia assumiu a responsabilidade pelo resultado negativo no octógono.

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Em franca conversa com o R7, o campeão mundial de jiu-jitsu analisou sua participação e fez questão de eximir sua equipe de qualquer culpa sobre a derrota contra Chris Weidman.

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- Foi um erro totalmente meu. Tinha feito uma estratégia para enfrentar o Bisping, que era me movimentar e derrubar. Mas eu acreditava que poderia nocautear e queria me testar. Não consegui e vi que não é fácil. O nocaute é consequência, e, se você buscar ele, você se arrisca.

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Com o adversário trocado na última semana antes do combate, o peso médio (84 kg) se mostrou mais cansado do que de costume no último round, quando, visivelmente abatido, estava sem a característica explosão de outras apresentações.

De acordo com o atleta, o motivo do intenso desgaste também foi a mudança de tática em cima da hora, que exigiu um esforço para o qual seu corpo não estava preparado.

- Nas lutas e nos treinos eu sempre pontuei e me movi, nunca procuro o nocaute, por o cansaço. Joguei meus socos com mais vontade e me arrisquei mais em pé. Se você prestar atenção, o Cigano sabe lutar e descansar em pé. E eu percebi que não sei ainda.

Questionado sobre o porquê de não retornar à estratégia traçada no segundo round, Demian foi enfático.

- Não sei o que me deu. Não pensei em mudar de jogo, estava focado e acreditando que ia nocautear. Tomei essa decisão sozinho e não comuniquei ninguém da equipe. Achei que minha mão ia derrubar, não entrou e acabei quebrando ela [risos]. Mas já operei e o médico disse que em dez dias devo voltar aos treinos de jiu-jitsu.

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Julgamento do caso Eloá Cobertura completa

Ela fez movimento de levantar
do sofá e eu atirei, diz Lindemberg

Réu negou cárcere contra amigos de Eloá e tentativa de homicídio contra o policial
Erica Saboya, do R7
lindemberg-juri-HGDiogo Moreira/FuturaPress/AE
Veja mais fotos do 3º dia do julgamento
Lindemberg Alves começou seu depoimento pedindo perdão à família de Eloá


Lindemberg Alves afirmou na tarde desta quarta-feira (15), durante seu interrogatório no Fórum de Santo André, no ABC, que atirou quando Eloá Pimentel fez movimento sinalizando que iria levantar do sofá.
- Foi muito rápido quando a polícia invadiu. Ela [Eloá] fez um movimento que ia levantar do sofá, e como ela já tinha tentado tirar a arma da minha mão, eu atirei. Foi tudo muito rápido doutora, eu não pensei.
A declaração foi dada quando a juíza Milena Dias questionou o acusado sobre a acusação de homicídio da ex-namorada dele. Enquanto relatava o que ocorreu naquele dia, em outubro de 2008, Lindemberg chegou a embargar a voz e se mostrar emocionado.
O acusado, no entanto, disse que não se lembra de ter atirado em Nayara Rodrigues durante a invasão dos policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais).
- Eu não lembro de ter atirado na Nayara. O último contato visual que tive com ela foi antes da invasão.
Lindemberg também negou que tenha atirado contra o policial que fazia a negociação com ele nos primeiros dias de cárcere. De acordo com o réu, ele atirou em direção ao pátio. Ele afirmou ainda que nem viu o policial.
Outra acusação que Lindemberg negou foi a de cárcere privado de Nayara Rodrigues e dos jovens Iago Vilara de Oliveira e Vitor Lopes Campos. Segundo réu, eles poderiam sair quando quisessem. Como exemplo dessa “liberdade”, o acusado citou o caso de Nayara que foi e voltou ao cativeiro.
De acordo com o réu, a decisão de que Nayara deveria voltar ao apartamento foi de Eloá. 
Lindemberg ainda admitiu que deu dois tiros durante o cárcere, o primeiro em direção ao patio e o segundo contra um computador. Ele contou que não tinha porte de arma, mas que comprou o revólver para se proteger, pois estava recebendo ameaças.  
Durante o interrogatório, o réu ainda relatou que que em alguns momentos, tanto ele quanto as duas meninas que manteve refém encaravam toda a situação como uma brincadeira.
O acusado relatou para a juíza que, em alguns momentos, todos achacam que aquilo tudo era um brincadeira.
- Vou confessar uma coisa que é até estranho. Mas, em alguns momentos, a gente achava que aquilo tudo era uma brincadeira. 
Questionado sobre o porquê de ter mantido contato com jornalistas, Lindemberg afirmou que  só o fez por não confiar nos policias. Segundo ele, a intenção era libertar todos, mas não em um hora marcada, de surpresa. Tanto que ele chegou a pedir para Eloá e Nayara colocarem moletons e sapatos para descer no quinto dia de cárcere.
A mudança de estratégia ocorreu quando a ligação do réu com a irmão foi cortada pela polícia e, na sequência, ele viu os policiais retirando as pessoas da área. Segundo ele, naquele momento houve novamente a quebra de confiança com a polícia.
Lindemberg Alves começou seu interrogatório por volta de 14h15, pedindo perdão pelos crimes que cometeu. O rapaz, de 25 anos, está sendo julgados por 12 crimes, entre eles o assassinato e o cárcere de sua ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro de 2008. 
Veja as fotos do 3º dia do julgamento
Esta é a primeira vez que ele fala sobre o crime desde que foi preso, em 2008.

Tenente do Gate
Pela manhã, os jurados ouviram o tenente do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) Paulo Sérgio Squiavo. O policial falou por pouco mais de uma hora. Numa explanação minuciosa, que incluiu os métodos usados pelo Gate durante o cárcere de Eloá em 2008, Squiavo relembrou as afirmações que Lindemberg fez logo após o desfecho da tragédia em Santo André.

- Em tom eufórico, ele gritava que havia matado [...] Havia conseguido falar algo do tipo "Estou vivo e a matei". 

Questionado sobre a forma como a Polícia Militar agiu ao invadir o apartamento de Eloá para por fim ao cárcere, Squiavo afirmou que:
- Recebi a ordem de que as negociações estavam ficando infrutíferas e de que se houvesse agressão poderia entrar. Qualquer motivo que mostrasse risco insuportável para os reféns.
Assista ao vídeo:

Julgamento
Este terceiro dia do julgamento começou por volta das 10h50. A previsão inicial era de que o júri fosse concluído nesta quarta, mas segundo o advogado assistente de acusação José Beraldo a previsão é de que as argumentações de acusação e defesa sejam feitas só na manhã da quinta-feira (16).

Após a fala de Lindemberg, o julgamento entrará na fase final: quando os advogados fazem os debates. A promotoria e a defesa têm uma hora e meia cada uma para apresentar seus argumentos para os jurados. Na sequência, pode haver réplica e tréplica, sendo disponibilizada uma hora para cada etapa.

Em seguida, os jurados se reunirão para definir se Lindemberg é culpado ou não dos crimes pelos quais é acusado: além de homicídio, ele também responde por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe contra Nayara, por outra tentativa de homicídio qualificado pela finalidade de assegurar a execução de outros crimes contra o policial militar Atos Antonio Valeriano e, ainda, por crimes de cárcere privado contra Eloá, Nayara e os adolescentes e colegas de Eloá Victor Lopes de Campos e Iago Vilera de Oliveira, e também contra Ronikson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá. 
No final do julgamento, a juíza vai estipular a sentença do réu, caso ele seja condenado pelos jurados.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

14/02/2012 21h00 - Atualizado em 14/02/2012 21h02 Câmara aprova aposentadoria integral por invalidez para servidor Regra só vale para quem entrou no serviço público até 2003. Proposta de Emenda à Constituição agora segue para o Senado.


Nathalia Passarinho
Do G1, em Brasília
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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8), em segundo turno, por 428 votos a favor e três contra, a proposta de emenda à Constituição que prevê aposentadoria integral a funcionários públicos que ingressaram no serviço público até 31 de dezembro de 2003 e se aposentaram ou vierem a se aposentar por invalidez.
A regra não vale para o servidor que ingressou no serviço público a partir de 2004, que terá remuneração proporcional ao tempo de serviço caso se aposente por invalidez. A PEC, de autoria da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), agora segue para votação no Senado.
Segundo o relator do texto, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a lei beneficiará cerca de 30 mil servidores da União, estados e municípios. Também será garantida a eles paridade com os salários da ativa.
De 1998 a 2003, a aposentadoria era integral. A partir de 2003, uma proposta de emenda à Constituição alterou a regra: quem havia entrado no serviço público não mais teria direito à aposentadoria integral em caso de invalidez. O valor deveria ser calculada pela média das remunerações. Nesta mudança, só foi garantida a aposentadoria pela integralidade para as futuras aposentadorias voluntárias por idade e tempo de contribuição.
Para garantir acordo, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) retirou da PEC aprovada nesta quarta trecho que previa retroatividade aos funcionários, que ingressaram antes de 2003, mas que se aposentarem até a entrada em vigor da proposta. Segundo ele, os aposentados poderão entrar com ação na Justiça exigindo o pagamento do valor completo.

Incentivo ao café e ao cinema
Ainda nesta terça (14), o plenário da Câmara aprovou A MP 545/11, que isenta café não torrado da incidência do PIS/Pasep e da Cofins e cria regime especial de tributação para estimular a abertura de salas de cinema em pequenos municípios.
Modificada na Câmara, a MP foi aprovada com artigo que prevê uso do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS ) em projetos associados à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. Recursos do fundo também poderão ser utilizados em atividades de petróleo e gás relacionados à exploração do pré-sal.
O texto aprovado pela Câmara cita como passíveis de serem financiados com o fundo do FGTS "projetos de infraestrutura aeroportuária, mobilidade urbana e empreendimentos hoteleiros, que, ‘direta ou indiretamente, sejam necessários para garantir a realização" dos eventos.
Proposta semelhante foi vetada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2010. Na ocasião, ela afirmou que já existem linhas de crédito para financiar as obras da Copa.

CNJ aposenta desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Roberto Wider foi acusado de favorecer lobista em decisões judiciais. Defesa nega acusações e diz que avalia se vai recorrer ao Supremo.

Por 12 votos a 2, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) condenou nesta terça-feira (14) à aposentadoria compulsória o ex-corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro(TJ-RJ) desembargador Roberto Wider. Ele foi acusado favorecer o lobista Eduardo Raschkovsky, de quem seria amigo, em decisões judiciais e administrativas.
A defesa do desembargador negou as acusações e afirmou ao G1 que vai aguardar a publicação da decisão do CNJ para avaliar se entrará com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF).
Wider está afastado das funções no tribunal desde janeiro de 2010, quando foi aberto processo para investigá-lo no CNJ.
De acordo com o processo, um dos casos de suposto favorecimento teria sido a nomeação sem concurso de dois advogados que trabalhavam no escritório do lobista para comandar cartórios do Rio e de São Gonçalo.
Reportagens publicadas pelo jornal “O Globo”, entre novembro e dezembro de 2009, apontaram que Raschkovsky teria supostamente oferecido "blindagem" a candidatos às eleições municipais do ano anterior, quando o desembargador era presidente do Tribunal Regional Eleitoral do estado.
O caso começou a se julgado em agosto de 2011, mas foi suspenso duas vezes por pedidos de vista. Na época, o relator do processo, conselheiro Fernando Tourinho Neto, votou pelo arquivamento do processo. Segundo ele, não havia provas de que Wider tivesse relação de amizade com o lobista.
“A conduta do magistrado foi incorreta, mas não consiste em falta tão grave ao ponto de justificar sua aposentadoria compulsória ou sua disponibilidade. E ele está afastado há um ano e sete meses. A pena correta aqui seria a de censura, mas essa pena só pode ser aplicada a juiz de primeiro grau”, afirmou Tourinho Neto.